A REDE GLOBO e Sua Campanha Pró-Aborto!
- 6 de nov. de 2015
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O vídeo (lançado no dia 03 deste mês), além de ser uma clara campanha abortista, é parte do lançamento do filme “Olmo e A Gaivota”, da diretora Petra Costa.
Petra Costa fez um discurso na premiação (premiação?) do filme no Festival do Rio, onde rogava que “toda a mulher tenha soberania total sobre o próprio corpo”.
Ela deveria iniciar o discurso agradecendo sua mãe por não ter abortado tamanha aberração.
Os atores da campanha são bem conhecidos do público em geral, pois fazem parte da grade de conteúdos da Rede Globo;
Alguns desses atores são os mesmos que pedem doações para o Criança Esperança da Rede Globo (ironia, não?). Aparentemente para arrecadar dinheiro as crianças servem.
A campanha pró-aborto, induzida por movimentos liberalistas (não conservadores) visa liberar o aborto consentido, pela simples vontade da gestante em não querer seu feto, o que hoje é proibido por lei, salvo em casos como estupro e risco à gestante.
Uma parte do discurso no vídeo, que possui atores homens vestidos de mulher interpretando grávidas, questiona o relato bíblico do nascimento de Jesus Cristo. É afirmado ali que Maria não era virgem e que o texto bíblico possui um “erro de tradução do hebraico pro grego, do aramaico pro hinduita..." (de onde eles tiraram isso, ninguém sabe!). Além disso, o vídeo compara a mãe de Jesus com outras divindades pagãs como se Maria não tivesse sido uma pessoa real.
Assim, a história do nascimento de Jesus é banalizada e com isso, deixam claro que sua postura não é apenas “libertária”, mas marxista, pois atacam a ideia de que existe um Deus para prestar-se contas, dando a cada pessoa, principalmente as mulheres, o "poder" de fazer o que bem entender sem consequências. Não é por acaso que termo mais usado é: "Meu corpo, minhas regras”.
A música de fundo do vídeo é oriunda de um piano tocando uma música triste, tentando deixar a pessoa que assiste num estado hipinótico, calmo, sereno e se sentindo culpada e com pena das mulheres que dão o rabo e depois querem matar o bebê.
Os atores usam o mesmo tom "calmo e sereno" para narrarem o texto, a fim de deixar o espectador receptivo ao que eles falariam a seguir, que é o questionamento da crença em Jesus e obviamente do cristianismo, questionamento dos valores morais conservadores, e ao mesmo tempo, fazem apologia ao aborto, ao liberalismo, etc.
O aborto devido a ocorrência de estupro já é legalizado no país, mas eles querem ir mais longe, querem que o aborto seja um método anticoncepcional, assim como pílula e camisinha.
Querem nos enfiar goela abaixo que a mulher que engravidou não tem culpa, foi sem querer. A vagabunda ficou de 4 sem querer, tropeçou, caiu e um cara qualquer fez o serviço. "Agora que se foda, o "médico" ajuda e a gente mata isso aí".
Como falei no início do texto, ELES devem agradecer suas mães por não ter abortado e assim eles podem propagar o mal a vontade. Infelizmente.
Fontes: