
Pouca gente sabe, mas a libertação de Mandela em 1990 foi parte de um acordo com a família Rockefeller. Eleito Presidente da África do Sul, Mandela assinou uma declaração dando toda a concessão de exploração de diamantes para a família Rockefeller, mantendo os negros africanos ainda como escravos nas minas de diamantes (um pouco dessa realidade é mostrada no filme Diamante de Sangue, que tanto desagradou Mandela). Em 2006 foi publicada no jornal The New Republic uma reportagem sobre a participação do Sr. Mandela nas minas de diamante. A reportagem está aqui.
Descobertas recentes mostram que Nelson Mandela foi vinculado ao Partido Comunista da África do Sul (SACP) no inicio dos anos 60, quando se tornou o primeiro comandante da organização guerrilheira Umkhonto we Sizwe (Lança da Nação). As reportagens estão aqui e aqui.

Mandela sempre foi adepto de quatro tipos de ação violenta: sabotagem, guerrilha, terrorismo e revolução aberta e chegou a ordenar o famoso bombardeio da Church Street, na hora do rush para maximizar as baixas de mulheres, crianças e bebês Africaner (brancos da África do Sul). A reportagem está aqui.
Depois de chegar ao poder, legalizou pela primeira vez o aborto, e começou a promover a agenda gay no país. Vejam aqui, aqui e aqui.
Para se ter uma idéia da liberalidade da legislação introduzida por Mandela, até 12 semanas de gestação, nem mesmo é necessário um médico para fazer o procedimento, sequer uma enfermeira, bastando para tanto uma simples parteira. Mais um detalhe: o acesso ao aborto é garantido para mulheres de qualquer idade, mesmo menores. Resultado disto? O número de abortos na África do Sul teve um aumento gigantesco enquanto que, bem ao contrário do que previam os abortistas, também o número de mortes maternas teve aumento.
Olavo de Carvalho sobre Nelson Mandela
Fontes:
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